O Tempo Pascal
“...Não há salvação em nenhum outro, pois não existe debaixo do céu outro nome dado à humanidade pelo qual possamos ser salvos.”
Atos dos Apóstolos 4: 12
Atos dos Apóstolos 4: 12
O Tempo Pascal do Ano Litúrgico vai de 28 de março a 16 de maio de 2027.
Ressurreição do Senhor (Páscoa) até o Domingo de Pentecostes
O que é o Tempo Pascal?
O Tempo Pascal vai do Domingo da Ressurreição de Jesus Cristo até o Domingo de Pentecostes, totalizando cinquenta dias.
Os primeiros oito dias do Tempo Pascal constituem a Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor. De certo modo, cada dia da Oitava é como um pequeno domingo. É uma forma de prolongar a alegria do dia inicial. Continuamos a celebrar estes cinquenta dias do Tempo Pascal, que têm grande significado e conduzem ao momento em que o Espírito Santo guia os apóstolos, conforme prometido por Cristo!
O Círio Pascal, símbolo da presença de Cristo Ressuscitado entre o Povo de Deus, é preparado e aceso na Missa da Vigília Pascal. Durante o Tempo Pascal, permanece aceso no presbitério, próximo ao altar ou ao ambão, até o Domingo de Pentecostes. O Tempo Pascal, representado pela cor litúrgica branca — a cor da luz, símbolo da alegria, da pureza e da inocência (absoluta ou restaurada).
A Vigília Pascal é a “mãe de todas as vigílias”. O Domingo de Páscoa é o maior de todos os domingos, e o Tempo Pascal é o mais importante de todos os tempos litúrgicos. A Páscoa celebra a Ressurreição do Senhor dentre os mortos, culminando em sua Ascensão ao Pai e no envio do Espírito Santo à Igreja, em Pentecostes.
O Tempo Pascal dura 50 dias, do Domingo da Ressurreição ao Domingo de Pentecostes. Caracteriza-se, sobretudo, pela alegria da vida glorificada e pela vitória sobre a morte, expressas plenamente no grande e retumbante grito dos cristãos: Aleluia! Toda a fé tem como fundamento a fé na ressurreição:
"Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação; e também é vã a vossa fé." (1 Coríntios 15: 14)
“O que semeias não volta à vida se não morrer. E o que semeias não é o corpo que há de ser, mas um simples grão de trigo, talvez, ou de alguma outra espécie;…
Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se corruptível; ressuscita incorruptível. Semeia-se sem honra; ressuscita glorioso. Semeia-se fraco; ressuscita poderoso. Semeia-se um corpo natural; ressuscita um corpo espiritual. Se há um corpo natural, há também um espiritual.
Assim também está escrito: “O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente”; o último Adão, um espírito que dá vida. Mas não veio primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual. O primeiro homem era da terra, terreno; o segundo homem é do céu.
Assim como é o homem terreno, assim também são os terrenos; e como é o homem celeste, assim também são os celestes. E, assim como trouxemos a imagem do homem terreno, também traremos a imagem do homem celeste.”
(1 Coríntios 15: 36-37, 42-49)




