Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e ao que bate, a porta será aberta. Lucas 11:10

Ser católico


Tornar-se católico ou ser católico não é uma ideia, um projeto ou uma lista de itens. Não se trata de frequentar uma aula ou de uma mera atividade intelectual. É mais do que uma perspectiva de vida ou uma crença. Não é um rótulo, um adesivo de para-choque ou um slogan.


Ser católico é ter um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. A fé é um contato pessoal com Deus que toca o nosso ser mais íntimo e nos coloca diante do Deus vivo. Posso falar com Ele, amá-Lo e entrar em comunhão com Ele.


Mas, ao mesmo tempo que ser católico é pessoal, é também inseparavelmente comunitário. Ser católico é ser inserido numa comunidade de "nós", filhos e filhas de Deus, uma comunidade peregrina de irmãos e irmãs. O encontro pessoal (relacionamento) com Deus significa também, ao mesmo tempo, que eu me abra, rompa com a minha solidão fechada e seja acolhido nessa comunidade viva da Igreja. Vivo a minha fé pessoal com os outros. A fé vem da escuta (fides ex audito). Escutar, por sua vez, implica um parceiro.


Ao ouvirmos a Palavra de Deus, somos desafiados por Ele. Para crermos, precisamos do testemunho daqueles que encontraram Deus e O tornam acessível a nós.

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Como católicos, não somos seres autoconstruídos — a Igreja foi criada por Deus e é continuamente moldada por Ele. A Igreja expressa-se da melhor forma nos Sacramentos, sobretudo no batismo: entro na Igreja através do sacramento, não por um ato burocrático. Tornar-se católico é ser acolhido numa comunidade que não se originou em si mesma e se projeta para além de si.

Contudo, quando buscarem o Senhor, seu Deus, dali, certamente o encontrarão, se o buscarem de todo o coração e de toda a alma.

Deuteronômio 4:29

Convidamos você a explorar nosso site para aprender mais sobre a Igreja, fundada por Jesus Cristo para ser Una, Santa, Apostólica e Universal. Esperamos que as diversas obras e vídeos apresentados em nosso site ajudem você a descobrir a verdadeira Verdade e Beleza do Catolicismo.

O que você está procurando?


Damos-lhe as boas-vindas à Igreja Católica de São Miguel. A jornada para buscar a Deus, conhecer a Deus, amar a Deus e receber Cristo em sua vida começou com você, inspirada pelo Espírito Santo.


Estamos aqui para encorajá-lo e orientá-lo em sua descoberta da fé e da espiritualidade que Deus lhe deu.


Ser católico hoje significa unir-se a uma fé antiga, profundamente enraizada nos ensinamentos e tradições de Cristo, repleta de esperança e vitalidade enquanto continuamos a espalhar a Boa Nova de Jesus Cristo até os confins da Terra.

Ser católico

Selecione o botão abaixo para preencher suas informações de contato e quaisquer perguntas sobre como se tornar católico. Você também pode entrar em contato conosco por telefone ou visitar a secretaria paroquial.

Aguardamos com muita alegria o encontro com você e a oportunidade de lhe apresentar os próximos passos.

Ser católico:

A Ordem da Iniciação Cristã de Adultos (OCIA)

A Ordem de Iniciação Cristã de Adultos (OCIA) é um processo concebido para ajudar aqueles que não são católicos, ou aqueles católicos que nunca receberam os sacramentos de Cristo, a aprender mais sobre a nossa fé católica.

 

Para aqueles que se sentem chamados por Deus, o processo os guia com oração, rituais e estudos, preparando-os para serem recebidos na plenitude da Igreja Católica na Vigília Pascal.

Para obter mais informações sobre o processo do programa OCIA, selecione abaixo.

Mais informações sobre o processo OCIA SELECIONE AQUI

O processo OCIA para cada indivíduo


  • Uma pessoa que foi batizada em outra igreja cristã ou na nossa própria fé é um candidato. A Igreja Católica reconhece que a graça do sacramento do Batismo é validamente celebrada também para outros cristãos e presume que o candidato já tenha um relacionamento com Jesus. O processo de preparação para os candidatos pode variar dependendo de suas circunstâncias, da profundidade de seu relacionamento com Jesus e de seu conhecimento prévio e familiaridade com os ensinamentos da Igreja Católica.


  • Uma pessoa que nunca foi batizada em nenhuma religião, mas que decidiu iniciar o processo de iniciação ao catolicismo, é um catecúmeno. O processo de preparação para a Ordem de Iniciação Cristã de Adultos (OCIA) será mais intensivo, pois eles não precisam apenas conhecer a Igreja Católica, mas também aprofundar seu relacionamento com Jesus Cristo. Suas sessões semanais incluirão reflexão bíblica, bem como o aprendizado sobre crenças e ensinamentos específicos da Igreja Católica.

A nomeação de Seus Apóstolos

Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes havia indicado. Quando o viram, o adoraram, mas também duvidaram.

Então Jesus aproximou-se deles e disse: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos."

Mateus 28:16-20

catolicismo

Os princípios essenciais da fé católica estão resumidos no Credo Niceno (Nossa Profissão de Fé). Nele encontramos as verdades da fé que nos foram transmitidas por Deus, Jesus Cristo, o Espírito Santo, os Apóstolos e através da fundação da Igreja Católica, estabelecida pelo próprio Cristo.

Nossa Profissão de Fé (Credo Niceno)

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai; por ele todas as coisas foram feitas. Que por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e, pelo Espírito Santo, se encarnou da Virgem Maria e se fez homem. Por nossa causa foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras. Subiu aos céus e está sentado à direita do Pai. De novo há de vir em glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai e do Filho, que com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, que falou pelos profetas. Creio em Igreja una, santa, católica e apostólica. Confesso um só batismo para remissão dos pecados e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

Singularidade da Igreja Católica

A Igreja Católica NÃO é uma denominação. É a Igreja que Jesus Cristo fundou.

A Igreja de Cristo é Una, Santa, Apostólica e Universal.


Abaixo estão duas das muitas características únicas da Igreja Católica que a diferenciam das denominações cristãs.

Somente a Igreja Católica pode traçar suas raízes até o próprio Cristo.


Poucos anos após a Ressurreição, os seguidores de Jesus começaram a se autodenominar “cristãos” (cf. Atos dos Apóstolos 11:26) e, no final do primeiro século, a palavra “católica” — que significa “universal” — passou a ser aplicada à Igreja.


A ideia de diferentes denominações cristãs (e por vezes concorrentes) teria sido impensável para os primeiros cristãos, especialmente à luz da declaração de Cristo sobre um só pastor e um só rebanho (João 10:15) e da sua oração para que os seus discípulos permanecessem um só (João 17:22). Foi apenas a fraqueza e o pecado humanos que deram origem às divisões religiosas que afligem o cristianismo hoje. A Igreja Ortodoxa afastou-se de Roma intermitentemente ao longo de vários séculos, separando-se finalmente no século XV, e as várias denominações protestantes não datam de antes do século XVI. Estas igrejas só podem traçar as suas raízes até Cristo através da Igreja Católica.


Para colocar a questão de forma bem direta: por que alguém se contentaria com uma imitação quando o original está disponível — especialmente quando se trata de conhecer e viver as verdades necessárias para a salvação?

A Eucaristia, a Presença Real de Cristo, não se encontra nas igrejas protestantes.


Jesus descreveu-se como o pão da vida, afirmando que quem comesse a sua carne e bebesse o seu sangue teria a vida eterna (João 6:54). Na Última Ceia, ele deu aos apóstolos e aos seus sucessores, os bispos (e, por meio deles, aos sacerdotes validamente ordenados), o poder e a autoridade para continuarem o seu sacrifício, quando disse: "Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19).


A Igreja Católica tem obedecido ao mandamento de Cristo por quase dois mil anos, e enquanto muitas denominações cristãs veem a Eucaristia principalmente em termos simbólicos, a Igreja tem ensinado consistentemente que ela é verdadeiramente o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Cristo. Além disso, somente sacerdotes católicos e não católicos orientais — devido às suas ordenações — têm o poder sacramental de consagrar a Eucaristia. (Sacerdotes anglicanos ou episcopais às vezes alegam possuir esse poder, mas o Papa Leão XIII, após examinar cuidadosamente essa questão há cerca de cem anos, concluiu que o vínculo da sucessão apostólica não havia sido preservado pela Igreja da Inglaterra.)


Os católicos têm o privilégio de receber o tesouro inestimável — o próprio Jesus — cada vez que participam da Missa. É verdade que muitas congregações protestantes e evangélicas, por vezes, parecem oferecer um maior senso de comunhão e comunidade, pregações mais dinâmicas e diversas atividades e programas do que a paróquia católica média. Todas essas coisas são valiosas e louváveis, mas para um católico, dar-lhes mais prioridade do que à Eucaristia é como Esaú vender seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas (cf. Gênesis 25:29-34). Se realmente compreendêssemos o dom maravilhoso que é a Eucaristia, nenhum de nós sequer cogitaria abandonar a Igreja, e nosso exemplo atrairia muitas outras pessoas ao catolicismo.


-Um trecho do artigo "Cristão, sim... Mas por que ser católico?", do Padre Joseph Esper

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

O que surgiu por meio dele foi a vida, e essa vida é a luz da raça humana; a luz brilha nas trevas, e as trevas não a venceram.

João 1: 1-5

A verdade que a fé nos revela é uma verdade centrada no encontro com Cristo, na contemplação de sua vida e na consciência de sua presença.


Crer é tanto ouvir quanto ver. O ouvir da fé surge como uma forma de conhecimento própria do amor: é um ouvir pessoal, que reconhece a voz do Bom Pastor; é um ouvir que chama ao discipulado, como foi o caso dos primeiros discípulos: Ouvindo-o dizer estas coisas, seguiram Jesus (João 1:37). Mas a fé também está ligada à visão. Ver os sinais que Jesus realizou leva, por vezes, à fé, como no caso dos judeus que, após a ressurreição de Lázaro, tendo visto o que ele fizera, creram nele (João 11:45). Outras vezes, a própria fé leva a uma visão mais profunda: Se creres, verás a glória de Deus (João 11:40). No fim, crença e visão se cruzam: Quem crê em mim crê naquele que me enviou. E quem me vê, vê aquele que me enviou (João 12:44-45). Unida à audição, a visão torna-se então uma forma de seguir a Cristo, e a fé surge como um processo de contemplação, no qual nossos olhos se acostumam a perscrutar as profundezas... Como se alcança essa síntese entre ouvir e ver? Ela se torna possível através da própria pessoa de Cristo, que pode ser visto e ouvido. Ele é o Verbo encarnado, cuja glória vimos (cf. Jo 1,14). A luz da fé é a luz de um semblante no qual o Pai é visto... A verdade que a fé alcança é a revelação do Pai no Filho, em sua carne e em seus feitos terrenos, uma verdade que pode ser definida como a "vida luminosa" de Jesus. Isso significa que o conhecimento pela fé não direciona nosso olhar para uma verdade puramente interior. A verdade que a fé nos revela é uma verdade centrada no encontro com Cristo, na contemplação de sua vida e na consciência de sua presença. - Papa Francisco (Papa Francisco serviu como Sé de São Pedro de 2013 a 2025)

Como posso ajudar alguém que conheço que está pensando em se converter ao catolicismo?

 

  • Ore por essa pessoa! Sabemos que Deus chama cada um de nós de maneiras únicas e que Ele já está nos convidando para um relacionamento com Ele. Portanto, ore para que seu amigo ou familiar responda ao chamado de Deus.


  • Seja aberto e orgulhoso da sua fé! Quando alguém lhe perguntar sobre a sua fé, não precisa ficar na defensiva, mesmo que não saiba todas as respostas. Muitas vezes, as pessoas perguntam porque percebem que a sua fé faz diferença na sua vida. Sinta-se à vontade para compartilhar o que faz você se sentir bem sendo católico.


  • Convide essa pessoa para ir à missa com você! Há um antigo ditado na Igreja que diz que rezamos aquilo em que acreditamos. Levar alguém à missa pode ajudar essa pessoa a vivenciar aquilo em que acreditamos, de uma forma que transcende as palavras.


  • Procure o conselho do pároco ou padre da sua paróquia! A orientação espiritual em nossa comunidade de fé vem dos nossos sacerdotes. Apresente-se a eles e compartilhe seus pensamentos e dúvidas.


  • Incentive a pessoa a ler a Bíblia! Ouvir e dar atenção à Palavra de Deus é inspirador.