Ano Litúrgico da Igreja Católica
No Ano Litúrgico, a Igreja celebra todo o mistério de Cristo, desde a Encarnação até o dia de Pentecostes e a expectativa da segunda vinda de Cristo.
O que são o Ano Litúrgico e os Tempos Litúrgicos da Igreja?
O calendário que orienta as liturgias e orações da Igreja chama-se Ano Litúrgico. No Ano Litúrgico, a Igreja celebra todo o mistério de Cristo, desde a Encarnação até o dia de Pentecostes e a expectativa da Segunda Vinda de Cristo.
- O ponto culminante do Ano Litúrgico é o Tríduo Pascal, que vai da noite da Quinta-feira Santa à noite do Domingo de Páscoa.
- O Ano Litúrgico começa com o Advento, que é celebrado como quatro semanas de preparação para o Natal.
A presença do Senhor Ressuscitado e sua obra salvadora permeiam todo o Ano Litúrgico.
O Ano Litúrgico inclui:
- ADVENTO
- ÉPOCA DE NATAL
- QUARESMA
- TRÍDUO PASCAL SAGRADO (Semana Santa)
- ÉPOCA DA PÁSCOA
- TEMPO COMUM
Quando começa cada novo Ano Litúrgico?
O Ano Litúrgico começa no primeiro domingo do Advento e termina com a celebração de Cristo Rei.
Calendário Litúrgico
Para visualizar os Calendários Litúrgicos das Dioceses dos Estados Unidos da América, da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), selecione abaixo.
Na Igreja Católica, o ano é dividido em tempos litúrgicos baseados em eventos significativos da vida e do ministério terreno de Jesus Cristo, bem como nos grandes Mistérios da nossa Fé. O Ano Litúrgico, como é chamado, começa com o Advento, que é celebrado como quatro semanas de preparação para o Natal.
Os católicos são chamados a viver liturgicamente, participando ativamente do ano litúrgico. Essa abordagem da vida e da adoração não se resume a simplesmente reencenar os grandes eventos da história da Salvação — ou o que se chama de "Mistério Pascal", a Vida, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Trata-se, antes, de um convite a todos os batizados, que vivem suas vidas agora na Igreja, Corpo de Cristo, para que adentrem o significado mais profundo da nossa fé; para que experimentem a nossa Salvação como um processo contínuo, à medida que cooperamos com a graça e permitimos que o Espírito Santo, o mesmo Espírito que ressuscitou Jesus dentre os mortos, nos transforme interiormente, tornando-nos mais semelhantes a Ele.







